
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Comunicado 28 em Junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
INDIGNAÇÃO POPULAR EM COTIA
A imagem dos políticos de Cotia e do Brasil anda mesmo ruim, pois há óbvia falta de imposição de respeito ou há na verdade, imposição do desrespeito .
No Bairro do Rio Cotia, inconformada com a negligência dos políticos regionais, em específico os de Cotia, a população se expressou com toda razão.
Anos e anos sem passagem digna na ponte sobre o Rio Cotia na Rua Ladislau Retti, até quando uma empresa imobiliária, dentro de seus interesses, arrumou a tal ponte e fez uma passagem eficaz para veículos e também para pedestres .
Bastou isto para que, com justiça, a população constatasse a clara falta de respeito por parte da classe política.
E são os mesmos que estão ainda no poder no Município.
É o ditado popular: “respeita para ser respeitado”.
Respeito não é medo, é respeito.
E pelo andar das coisas, os políticos de Cotia a exemplo dos demais nacionais, não conseguem suscitar nem uma coisa nem outra.
Todo vandalismo é condenável, muito mais contra coisa pública.
Todavia, toda manifestação popular deve ser vista com seriedade e respeito, ainda mais nos dias de inércia e traseiros largos que vivemos.
A depredação do patrimônio popular é sinal claro da falta de EDUCAÇÃO, básica, familiar e escolar e também manifestação de que os limites estão próximos da sua borda.
Desde muito os valores éticos tem-se perdido na Sociedade brasileira, e o que se vê é apenas uma manifestação de má anarquia ou “bagunça”.
Como então esperar que na população não existam partes que em nada consideram a preservação destes valores.
Em graus variados, mães, pais, avós, tios, vizinhos, colegas, chefes, prefeitos, vereadores, presidentes, ministros, professores, muitos e muitas, não passam, não conseguem passar os conceitos éticos de educação para os seres em crescimento.
Assim, ainda durante este mesmo crescimento já aparecem as atitudes hostis, desafiando a ordem social como que devolvendo a esta mesma Sociedade a desordem que aprendem.
De tudo isto devemos tirar lições.
A Escola, particular e a pública, deveriam trabalhar o entendimento destes conceitos éticos públicos, mas se implantado, se vontades estiverem presentes, será um trabalho duro e sem prognóstico ou com prognóstico, agora desfavorável.
Quando professores são agredidos em salas de aula, quando a escola é agredida, quando a figura social é desrespeitada, a coisa será mesmo difícil.
Origem igual, a ocupação de áreas públicas por associações de particulares também é uma depredação da ética e da coisa pública.
A reintegração das áreas públicas, desta ordem social, será uma grande vitória como exemplo de rumo certo.
Na foto abaixo, do ponto de ônibus nas proximidades da Câmara Municipal de Cotia, além da pichação aparentemente “sem causa” há a agressão dos cartazes contrariando a “lei cidade limpa” que tirou outdoors, faixas e cartazes das ruas, mas ironicamente, não impediu a colocação de cartazes nas barbas do legislativo local, “representantes do povo” .
foto- Cotiatododiasexta-feira, 22 de maio de 2009
A falência dos condomínios
Jornal Folha de São Paulo, 22/05/2009
Cada vez fica mais clara no Brasil a falência do sistema de “condomínios”.
Por mais fechados que sejam, por mais tecnologia que tenham, por mais caros que custem, não resolvem a "neurose de segurança" de quem adquire imóveis e aceita este regime de morar.
Estou me referindo aos condomínios verdadeiros, pior é a situação dos falsos condomínios, espécie de “rolex falso” que a carência de status social da classe média brasileira achou um dia.
Em ambas as situações agrava-se a coisa pela inegável conotação elitista destas propriedades e aberrações, excluindo a maior parte da população, criando a estratificação forçada das pessoas.
Isto, logicamente, interessa aos detentores de maior poder aquisitivo, pois podem satisfazer seus egos repletos de desejos de superioridade, orgulho e rejeição sobre quem necessita trabalhar para sobreviver prestando serviços a estas pessoas.
Teorias várias dizem da exacerbação da violência gerada por esta estratificação. Será?
Nos “bolsões” ou falsos condomínios a coisa tem, além da mesma discriminação e humilhação impostas dos condomínios verdadeiros, a hipocrisia, a mentira de chamarem de particulares as áreas públicas.
O caso de Rio Claro prova esta falência.
A Sociedade brasileira precisa se convencer que sem exigência igualitária do direito constitucional aos serviços públicos em geral, não adiantarão condomínios e outras faláceas parafernalescas para garantias de seus bens e talvez da própria vida.
Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
MRLL
sexta-feira, 1 de maio de 2009
PRIMEIRO DE MAIO E "BOLSÕES" DA DISCRIMINAÇÃO
Trabalhadores informais e formais que vivem das migalhas dos serviços da classe média nos condomínios irregulares da Grande São Paulo, e em outros espalhados pelo Brasil, sofrem com a discriminação, a perda de direitos, a falta de assistência e amparo organizacional de suas categorias.

Cadastros de empregadas domésticas, estacionamentos para prestadores de serviços externos ao "residencial" nas áreas públicas, tão falso como um rolex de barraca do "camelô da esquina, portões e cancelas com passagens mais laterais e diferentes para trabalhadores e moradores...são o quadro da discriminação feita no dantesco inferno criado por políticos municipais nos lugares que antes eram livres para todo o povo.
Diante da ausência dos políticos, os ocupantes do poder público de várias épocas e ocasiões, temos que agir de maneira solidária e cidadã.
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domingo, 22 de fevereiro de 2009
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A mesma doença daqui!
alastra-se a epidemia do abuso, da falta de vergonha na cara, da falta de educação, do desrespeito a História e a Lei.
Uns que se acham mais importantes que muitos outros Cidadãos e Cidadãs atacam Áreas Públicas e do alto da própria estupidez e ignorância, convenientes a seus interesses, ocupam, excluem, fecham.
Da noite para o dia, um caminho, uma mata, uma Rua ou uma Estrada, a revelia da Lei e da Ordem, no Estado de Direito, passam a ser "condomínio".
COM o DOMÍNIO de ilegais; falsos condomínios de hipócritas.
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Nova Lima, 03 de novembro de 2008
CONDOMÍNIO PREJUDICA DIREITO DE IR E VIR DE CIDADÃOS NOVA-LIMENSES
Dois muros construídos pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis" estão dificultando, e até mesmo impedindo, que famílias de cidadãos nova-limenses utilizem uma trilha centenária que serve como passagem para a Sede do município de Nova Lima (ver fotos anexas). Os muros foram construídos pelo condomínio para tentar impedir a passagem de treieiros.
O Bairro Jardins de Petrópolis era uma fazenda que foi loteada e transformou-se em uma região formada por chácaras para lazer e descanso. Mais de 90% dos proprietários são de classe média/média alta de Belo Horizonte, que usufruem da região nos finais de semana.
A trilha faz parte de um caminho que ligava Nova Lima às regiões de Macacos, Itabirito e Ouro Preto, e existe muito antes do Jardins de Petrópolis virar um loteamento. Moradores mais antigos da região afirmam que ela tem a idade de Nova Lima, ou seja, mais de 300 anos. Ela liga também o Jardins de Petrópolis à Fazenda dos Mendes, região do outro lado do Córrego dos Macacos, formada por pequenas propriedades rurais que até hoje não tem energia elétrica, e onde moram famílias de trabalhadores, com crianças, jovens, adultos e idosos.
Essas pessoas utilizam essa trilha para irem à Sede do município, cortando caminho pelo Jardins de Petrópolis. As crianças dessas famílias utilizam-na para virem ao Jardins de Petrópolis pegarem as VANS que as levam para a escola. Seus pais a utilizam para irem vender, montados a cavalo, burrinho, ou a pé, a sua pequena produção agrícola, da sua pequena propriedade rural. São pessoas muito humildes, trabalhadoras e cidadãos nova-limenses nascidos e crescidos, há várias gerações, nessas pequenas propriedades.
Com a construção dos muros na trilha pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis", que consideramos ter sido de uma forma arbitrária, todas essas famílias de nova-limenses que a utilizam há décadas, ficaram prejudicadas no seu direito de ir e vir. O condomínio, na sua arrogância, na sua prepotência, se achando com autonomia de Prefeitura, e o pior, tendo como associados pessoas que nem de Nova Lima são, fechou o trilho da noite para o dia, sem dar satisfação aos moradores dos Mendes, às famílias que a utilizam.
Existindo desde os primórdios de Nova Lima, essa trilha servia para os tropeiros levarem seus produtos até as regiões de consumidores, como Itabirito e Ouro Preto. ELA FAZ PARTE DA HÍSTÓRIA DE NOVA LIMA, DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO. Ela já virou área de passagem, área de servidão. A trilha também é utilizada por moradores de Nova Lima, e que nos finais de semana com sol e calor, vêm ao bairro aproveitar e banhar nas águas do Córrego dos Macacos.
O secretário do condomínio afirmou que essas famílias, se quiserem, que entrem na Justiça para terem o caminho de volta. Achamos essa declaração irresponsável e também covarde, já que o condomínio sabe que essas pessoas são humildes, e que praticamente não tem condição financeira nem instrução para lutar por seus direitos. O condomínio contratou seguranças particulares para ficarem na trilha, e tivemos notícias que eles estão armados com porretes, com tacos de baiseboll. As pessoas que passam pela trilha ficam constrangidas e com medo.
Existem várias testemunhas, pessoas de 70, 80 anos de idade que viveram e trabalharam na época que o Jardins ainda era uma fazenda, e que já se prontificaram a depor nos órgãos competentes, confirmando a existência, a idade centenária e a importância da trilha para essas famílias. "É um desrespeito e uma injustiça quererem nos impedir, da noite para o dia, de passarmos por um caminho que utilizamos a nossa vida toda" (cidadã nova-limense, moradora da região da Fazenda dos Mendes).
Vimos pedir aos meios de comunicação ajuda para que essas famílias tenham seu direito de ir e vir restabelecidos. A divulgação dessa questão ajudaria muito.
O nosso próximo passo será, caso a passagem na trilha não seja disponibilizada para as famílias que sempre a utilizaram, encaminhar a questão ao Ministério Público e à Justiça.
Atenciosamente,
Luís Eduardo Lemos, cidadão, morador do Bairro Jardins de Petrópolis
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o Jardins de Petrópolis fica em Minas Gerais, Brasil.
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Dr. Ricardo A Salgueiro
p/ MRLL
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
AMIGOS E AMIGAS DE COTIA E REGIÃO,
VOCÊ SABIA QUE A MAIORIA DOS CANDIDATOS A VEREADORES EM COTIA ESTÁ PROMETENDO "REGULARIZAÇÃO DOS LOTEAMENTOS E DOS BOLSÕES/ "FALSOS CONDOMÍNIOS" ?
VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA ISTO?
SIGNIFICA A PERPETUAÇÃO DO ABUSO EM ÁREAS E VIAS PÚBLICAS !
UM PULO PARA A COBRANÇA VIRAR DEVIDA!
ENTENDA A REALIDADE!
MUITA GENTE MORA EM COTIA, SOFRE OU NÃO EM COTIA, PELAS COISAS QUE OS POLÍTICOS DE COTIA JÁ DECIDIRAM.
TUDO O QUE JÁ FOI E VAI SER DECIDIDO NO BAIRRO ONDE VOCÊ MORA, NA CIDADE ONDE VOCÊ MORA,
O SERÁ PELOS VEREADORES E PELO PREFEITO DE COTIA.
TUDO O QUE TE INFLUENCIA HOJE PASSOU NA POLÍTICA DA SUA CIDADE.
A LEI DOS BOLSÕES DE COTIA FOI VOTADA HÁ TREZE ANOS!
HOJE VOCÊ SOFRE PORQUE ALGUÉM ELEGEU UNS VEREADORES QUE HÁ TREZE ANOS ASSINARAM ESTA LEI!
HOJE VOCE SOFRE E CORRE RISCO DE TER QUE PAGAR POR ALGO QUE NÃO PEDIU, ATÉ PERDENDO A SUA CASA OU PROPRIEDADE!
A CULPA:
SÓ PORQUE ALGUEM DEIXOU DE VOTAR E OUTROS VOTAREM E ELEGERAM UM PREFEITO QUE ASSINOU A LEI DOS BOLSÕES!
ACORDA GENTE!
QUEM ABANDONA O DIREITO DE VOTAR ONDE MORA,
ABANDONA O DIREITO DE RECLAMAR!
DEPOIS TEM QUE CORRER ATRÁS QUANDO É COBRADO E PREJUDICADO!
DEIXAR SOLTA A DECISÃO DE COISAS QUE INFLUENCIAM SUA PRÓPRIA VIDA É ERRO GRAVE!
NÃO REAGIR É BOBEIRA;
É DEIXAR-SE PREJUDICAR!
PENSE NISTO!
MRLL
SETEMBRO DE 2008





